
Foto: Ricardo Stuckert/PR
A Justiça do Distrito Federal determinou, neste domingo (18), que o governo federal apresente, no prazo de 20 dias, explicações sobre os gastos públicos relacionados às viagens internacionais da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, a destinos como Nova Iorque, Roma, Paris e Rússia.
A decisão é resposta a uma ação movida pelo vereador de Curitiba Guilherme Kister (Novo-PR) e pelo advogado Jeffrey Chiquini. No processo, os autores solicitam a suspensão de pagamentos realizados pela União para cobrir as despesas de Janja em viagens realizadas entre fevereiro de 2023 e abril de 2024.
Os autores argumentam que as viagens custeadas com recursos públicos violam a legalidade e pedem a anulação dos atos administrativos que autorizaram os gastos.
Embora tenha negado, por ora, a suspensão imediata dos pagamentos, o juiz Leonardo Tavares Saraiva determinou que a primeira-dama e o governo apresentem defesa no prazo estipulado. O magistrado também solicitou manifestação do Ministério Público sobre o caso.
As viagens da primeira-dama têm sido alvo de críticas por parte da oposição, que contesta, especialmente, os deslocamentos antecipados de Janja em relação à comitiva presidencial em agendas internacionais.

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